Strawberry World: [Floresta] Forest Argento Di Luna - Strawberry World

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[Floresta] Forest Argento Di Luna

#41 Membro offline   Taylor Blackwood

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Postou 05 fevereiro 2009 - 12:16

Reparou que Izadora nem mesmo conseguia encherga-la, era mesmo patética. Não apenas por ser tão impotente, como também por ter sido estúpida o suficiente para se colocar naquela situação. Essa era só mais uma prova de que todos que se colocavam no caminho de Taylor iriam pagar caro. E coitado do imbecíl que se atrevesse. Quando estava pronta para avançar é novamente interrompida, desta vez por uma criatura estranha. Não apenas a forma com que ele se referia à ela, como também o fato de não ter percebido de primeira vista de que ela estava longe de ser uma humana a convencia de que ele não poderia ser muito inteligente. E tolos que a atrapalham não costumam ser desculpados.

Definitivamente a forma confiante de olhar qualquer situação um dia a colocaria em problemas. Quem sabe hoje? Logo nota que o lanche do dia escapou, e se valendo da falta de atenção do centauro Taylor volta à aparência original, afim de parecer menos ameaçadora. De fato, conseguiu uma aparência mais humana. Mas não das mais agradáveis, estava com a maquiagem completamente borrada, o vestido em péssimas condições, sem contar o pouco de saliva que ainda escorria de sua boca, e as sandálias semi-arrebentadas. Na verdade ela nem tinha muito conhecimento sobre aquelas criaturas da floresta, mas precisava se livrar delas, e rápido.


-Muito bem, pequeno poney. Seja mais amistoso. Não tinha idéia de que a floresta era zona proíbida. E o único motivo de eu estar em um local como esse é a garota que acabou de escapar.
- disse para Galux, ignorando os outros presentes. Era agora, começaria a mentir -Na verdade ... sabe com quem esta lhe dando, homem-égua? Com a filha de Augusto Terrier, juiz do ministério inglês, agora me deixem passar, pangarés! Se me derem licença vou partir. Papai deve estar muito preocupado. Vocês com toda certeza não vão querer problemas com um homem tão influente como ele. Podem estar certos de que não trarei mais nenhuma perturbação. Agora façam o favor, todos vocês, e abram espaço, já! Antes que eu mande derrubar essa floresta inteira!

Este post foi editado por Taylor Blackwood: 05 fevereiro 2009 - 12:38

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#42 Membro offline   Itália

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Ícone  Postou 05 fevereiro 2009 - 08:44

Galux era paciente com jovens, mas não com bruxos adultos formados, detestava por sinal eles por causa de sua arrogância de sempre se acharem superior em tudo. Galux então olhou para uma das mulheres que sumiu de vista quando chegou aos limites da floresta e aparantara para bem longe, ele esperava isso. Quando finalmente Ele olhou para a garota que ainda sobrava ele apenas sorriu sinicamente para suas falas. Sua face fria continuava como uma estatua feita pelos antigos.

Humana sua insolencia pode lhe render coisas que não iram lhe agradar. O ultimo que fez isso não se encontra mais em terra, somente a baixo dela. - falou ele friamente para a garota. - Sai dessas terras seu lugar não é aqui. - falou levantando o corpo e nessa hora todos os centauros estavam em posto para batalha. - Sai ou a morte é certa para você, Vampira. - falou dessa vez de forma ironica.
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#43 Membro offline   Taylor Blackwood

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Postou 06 fevereiro 2009 - 12:00

As palavras dele lhe davam vontade de mata-lo. Talvez fosse assim que Izadora se sentisse. E isso era divertido. Pelo visto havia subestimado o guardião. Mas isso não lhe importava mais, assim como a floresta. Ela não dava a mínima para aquele local, tudo o que queria era acabar de vez com um certo assunto pendente, que acabara de lhe escapar entre os dedos. Não teria porque arrumar atrito com aqueles centauros, sendo que ela queria exatamente a mesma coisa que eles: queria deixar a floresta. Se ajoelhou no meio do chão de terra e folhas, aparentemente procurando a própria varinha, mas não foi exatamente a dela que tomou em mãos. Se levantou com um pouco de dificuldade, a sandália esquerda estourou. E então começou a andar até Galux, voltando a se referir apenas para ele.


-Não entendo o porque de toda essa sua tensão ... como já disse antes meu único motivo para estar aqui foi a garota que partiu. Não há nada aqui que me interesse, eu não sou ameaça.
- disse, tentando parecer o mais inocente possível, ainda que sua frase fosse muito objetiva. E então passou por ele e se distanciou dos demais, sua expressão mudou - Só torça para não me encontrar desacompanhado - disse de longe com uma risadinha maldosa. Logo depois apenas desapareceu no meio da orla da floresta, que acabara de deixar.

[Depois]

Este post foi editado por Taylor Blackwood: 06 fevereiro 2009 - 12:22

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#44 Membro offline   Angel D'Angelys

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Ícone  Postou 20 maio 2009 - 04:33

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    Angel saira da floresta um pouco mais calma, ainda em sua face emanava um leve sorriso, e em suas mãos uma esfera roxa, que segurava com cuidado. Quando saira do Tartáro, ela não conseguiu nem ao menos parar no templo, seu corpo a levava como se fosse dessa forma que tinha que acontecer. Logo que saira viu-se rodeada de fortes e diginos centauros, mestres das artes antigas e dos ensinamentos do universo. Ela por sua vez fez uma reverencia aqueles magnificos seres, não animais, pois não os considerava dessa forma. Olhando para eles e principalmente para a bela femea de cabelos roxos e linda face.

    Sou Angelic Manini D'Angelys, Guardiã e Grã-Sacerdotisa Elemental do Templo de Cronos, e venho humildimente lhes pedir que continuem sua amizade com nossa familia, para que assim possamos proteger os grandes misterios, o templo e também os reinos mágicos.

    Falou a mulher que naquele momento 7 lindas e graciosas fadas apareceram. Contornando Angel e olhando para eles. Uma revoada de magia começava a emanar de Angel, e a esfera roxa flutuava sobre a cabeça de Angel. Ela ainda tinha na face um fino e delicado sorriso, enquanto as fadas apareciam a seu redor.

    Nós lhe concedemos o direito que lhe pertece. A chave que abre o templo se torna sua por completo.

    Quando elas falaram isso desapareceram como haviam desaparecido. Não somente tinha feito um capto com todo os centauros novamente, como também com as fadas que protegem a entrada do templo. Por causa delas é possivel entrar e sai do local, mas o sangue D'Angelys principal deve correr em suas veias. Angel ainda tinha na face o sorriso que iria continuar durante um longo tempo daquele dia que ao olhar começava a amanhecer, e os primeiros raios de sol batiam em sua face.

    E por tras dela Dragon abria suas enormes asas demoniacas, e como se fosse um anjo caido, mas com a graciosidade de um anjo alado. Aquela mulher não era comum em sua aparencia, seus olhos se refletiam sobre a luz que batia na agua da cachoeira e tudo parecia bem diferente.

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#45 Membro offline   Itália

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Ícone  Postou 21 maio 2009 - 04:21

    Logo que angel passara pela floresta, varios centauros seguiam a mulher em direção a cachoeira onde a mesna entrara. Horas se passaram e ele ainda estavam ali olhando para o portal, ela por sua vez saira sete horas depois que havia entrado. Eles por sua vez continuaram como estavam. A centaura de cabelos roxos e olhar penetrante se aproximara da mulher após ouvir suas palavras. Quando as fadas vieram e tomaram seu lugar. A centaura sabia que sempre fora assim dês dos principios dos tempos toda vez que uma guardiã tomava por direito seu poder. Quando a passagem das fadas terminara a Centaura se aproximara da mulher.

    Tuas palavras são sabias, e seu destino digno. O pacto sera mantido, pois tua sabedoria falou por ti Guardiã. - falou para a mulher, e agora virando para os outros centauros. - Minha era finalmente acabou, e a meu filho Ângelo passo meu legado. - falou ela colocando a mão no peito.

    Quando fizera isso o movimento de suas mãos mudaram e ao respirar fundo ela olhou para Angelo, enviando para ele uma enorme energia magica, e com isso seu corpo iria desaparecendo aos pouco, como se desentregrasse a cada pequeno movimento de energia que era enviado para Ângelo. Angelo sentia uma grande energia dentro dele, algo que jamais imaginou sentir dentro de si. Enquanto isso acontecia varios animais começaram a gritar, a fazer muito barulho. Vozes que outro ocultas, agora mostravam sua força. Nunca em muitos anos não se ouvia. Os Centauros faziam uma grande algazarra em homenagem a Armisty, uma poderosa e boa lider. Quando estava para desaparecer.

    Quando a noite surgir, e a constelação do Centauro mostra-se nos céus, lá estarei para lhes guiar. - falou a mulher que desaparecera por completo.

    Uma mulher forte, carinhosa e destemida como a Centaura Armisty, outrora lider de um enorme rebanho que vivia na floresta. O barulho ainda continuava, quando o sol ja estava nascendo, minutos depois de todo esse poder emanar, mais uma vez a floresta foi guarnecida de uma forte energia, para que assim protegesse a todos que ali morasse. Angelol que nada falou durante aqueles momentos foi ate Angel e abraçou com toda a força que poderia ter, mas de uma forma delicada, e foi retribuido. Ele se virou para todos da floresta.

    Ouçam todos, apartir desse momento, os Centauros da Floresta Argento di Luna renovam mais uma vez o pacto com as Guerreiras D'Angelys, para que os misterios, o Templo e os reinos, sejam protegidos. Assim fala seu novo lider. E que nenhum animal ataque um humano, e caso o veja na floresta avisse aos centauros. Agora meu cargo de Protetor da Floresta passara para meu irmão Galux, que agora assume o posto de Comandante dos Centauros, que ele seja guiado com a sabedoria de nossa mãe, como a mim também com lider. - falou Ângelo com altives.

    Angelo sempre fora diferente de todos os centauros que ali exisitam, diferente da mãe qie sempre foi enigmatica e do irmão que sempre fora o mais valente, ou ate mesmo do pai, que morrera quando ainda eram novos. Ele falava como um humano, mas ainda ocultava em suas palavras grande enigmas e mistérios. Por isso Ângelo e Angelic eram os melhores guerreiros. Aos poucos os centauros saiam pelo escuro da floresta de forma seria e totalmente elegante, como se nunca estivessem ali. Ele olhou para o irmãos que finalmente falara.

    Tua liderança será tão sabia quanto de nossa mãe, e que ela lhe guie quando estiver com duvidas, pois ela sempre estara nos observando. - falou para o irmão e o abraçou. - E a ti guardiã, ainda lhe seguirei, pois sei o quanto nós presa e sei do amor se sente por nossa espécie. E também pelo carinho que sinto por tua filha, a minha protegida - falou levantando Angel com um movimento e lhe abraçou com cuidado. - Irei começara a patrulhar a floresta, para que não aconteça nada inesperado. - falou o centauros fazendo um movimento com a cabeça e saindo.

    Angelo olhou para Angel, enquanto via Galux saindo pela floresta e logo desaparecendo. Ele se proximara de Angel, lhe abraçando novamente. Ele ficou assim com ela durante alguns momentos antes de lhe olhar.

    Agora sei o qual dificil foi para meu pai repassar a liderança para minha mãe, quando sua bisavó morreu. Sinto que ainda teremos muitas coisas pela frente, mas uma coisa é certa, iremos juntos nessa jornada. Minha querida guardiã. - falou beijando a face de Angel.

    Angelo nunca fora como os outros, e isso deve-se ao grande carinho que Angel tinha por ele. Não que sua mãe nao senti-se carinho de Sophy, ou Galux o carinho de Selene, mas ele sabia que por isso eram fortes. O carinho vindo da guardiã para com eles era muito maior do que qualquer força. E Angelo sabia assima de tudo o amor era algo mais forte do que qualquer magia, ensinamento ou tudo no mundo. Por isso os centauros sempre renovavam o pacto com as D'Angelys, por causa do carinho e amor que eles sentiam por sua espécie. Mas diferente de Ângelo, todos os centauros não gostavam da presença humana e faziam jus a sua descrição conferida pelos bruxos.



    "Centauro é uma criatura metade homem metade cavalo. Eles moram em florestas ocultas pela magia, longe dos olhares dos homens. Centauros são criaturas inteligentes e raciocinam mais que os humanos, porém são criaturas que odeiam ofensas. Têm um conhecimento muito grande (e confuso) sobre Adivinhação. E eles já são perigosos calmos, irritados mais ainda."
    livro Animais Fantásticos e Onde Habitam de Newt Scamander

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#46 Membro offline   Angel D'Angelys

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Ícone  Postou 22 maio 2009 - 05:15

    Para angel tudo esta confuso, o revoar das fadas e o poder de abrir e fechar o portal, no caso seria lacra-lo como sua avó havia feito. Seu poder era magnifico, mas nada que já não soube-se que existia, mas nesse caso era um poder do topo acolhedor que se algo acontece-se o templo poderia ser lacrado e assim mantido em segurança. O que estava acontecendo agora que chocara a Angel, quando viu Armisty falar e dizer que continuavam com o pacto, mas que Angelo tomaria o lugar da sabia Armisty, aquela com quem Angel aparendeu a dominar o vento.

    Os Centauros e as Guardiãs tem uma ligação elemantal, com seus animais. Unido os três os elemantos se tornam mais forte. E com isso o Fogo representa a Angel, Dragon e Angelo. Mas para que isso acontece, era necessario uma união de corações entre os três, uma perfeita harmonia. As palavras de Armisty foram desaparecendo como o vento, como também a sua forma terrena. Ela falou baixinho para si mesma.

    Assim será, a sabedoria esta em suas mãos.

    Angel falou olhando para os centauros de forma calma. enquanto Armisty sumia pelos ceus daquela manha. Quando o sol batia em sua face. Logo as palavras de Angelo e de Galux, tocaram a mulher, que recebera os abraços e retribuia com o amor que tinha com aquele incriveis seres. Quando galux saira ela nada precisara dizer, seu abraço em retribiuição dizia tudo. Quando ele sai de perto de Angelo a abraçara novamente ela sabia o que signigicava. recebeu o beijo na face e ainda sorria para ele.

    Tuas palavras as vezes são como as de um humano, quanto as minhas as vezes se tornam as de um centauro. Por isso somos compativeis em nossas vidas. A guerreira sempre terá seu guardião para lhe guiar, ate que passe seu poder para a proximo na linha de sucessão. - falou ela ainda abraçada a ele. - Meu guardião, que me ensinara tudo, e hora de partir, tenho assuntos a resolver e com os reinos devo falar.

    Falou beijando novamente a face de Angelo, antes de lhe dar um adeus e sair. Dragon via e ouvira tudo, em completo silêncio, sabendo que isso era algo que deveria ser tomado com cuidado. Então ela andou em direção a orla da floresta, mas para a direção de outra pequena casa que ficava nos arredores do Chateau.


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#47 Membro offline   Itália

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Ícone  Postou 17 outubro 2009 - 10:10

    Galux que assumira a responsabilidade de cuidar e proteger a floresta como o chefe da guarda Centaura. Ele andava por todo o local, de forma que os animais a sua volta cuidava para que tudo estivesse perfeito. Ele por sua vez sentiu uma movimentação no topo do morro onde estava e viu uma luz abrir o caminho. Desceu correndo junto com quatro centauros para o local. Ao ver a luz ele parou, colocou a mão na face.

    Ai eu detesto viajar dessa forma. Consigo chegar ao local, mas quando volto, sempre venho parar aqui. O ódio. - falou ele sacudindo o pelo. Ele sabia por sua vez que estava olhando para aquelas pessoas. - Ei eu não sou um inimigo. - falou ele olhando para os centauros.

    Kerberos seu imbecil, chegando dessa forma a floresta. Se fosse um inimigo já estaria cercado por todos os centauros. - falou ele calmamente, tentando aliviar a tensão. - Ainda bem que senti usa energia quando chegou aqui. - falou com raiva ao ver o grande leão com asas fazer aquele pouso estranho.

    Ei não briga comigo, quase não uso esse método, somente aconteceu deu cair nesse local. A culpa não é minha, e sim por que sair na hora errada. - falou passando a mão por tras da cabeça de leão. - hum, aproveitando que to aqui tem algum recado para Selene, ou para o pivete? - perguntou ele deitando esparramado no chão.

    Eu acho que não é um momento certo para chegar aqui não é Kerberos? - falou uma voz oculta pelas folha, que ao sair mostrava-se idêntico ao homem a quem o animal estava conversando. - Avise a Selene, Syaoran e Pandora que sinto a falta deles aqui na Floresta. E que logo iremos nos encontrar. - falou ele com um sorriso brando no rosto.

    Tinha que ser você não Ângelo, somente o novo Líder dos Centauros da Floresta e capaz de chegar dessa forma. - falou ele sorrindo para o amigo - Hum Selene sente falta de ambos. E o pivete falou que precisava da orientação de Armisty, mas infelizmente ela não sera capaz de ajudar. - falou ele baixando os olhos. - Mas acho que conseguira resolver isso não é Ângelo? O mensageiro dos Anjos. E aquele que cuida da mais pura como os anjos. - falou ele de forma que sua voz parecia brincar com as palavras.

    Suas brincadeira nunca mudam, parece que estou falando com Dragon as vezes. - falou ele tranquilo. - Diga a Syaoran, que ele deve olhar a constelação de Sagitário que ele achara a resposta. E que ele conseguira entender o que precisa. Já para Selene avise que também que sinto sua falta. - falou ele com um sorriso na face. - Agora tenho que ir, os unicórnios precisam de mim. - falou ele saindo como havia chegado, de forma misteriosa.

    Realmente ainda fico em duvida se eu e Dragon não somo irmãos. - falou ele dando um sorriso sarcástico. E falando nele, depois tenho que ver se vou ao Château, preciso falar com ele. - Bem também tenho que ir, volto depois e conversamos mais, pois eu sou o Sol e você a Lua. - falou ele rindo da situação.

    Kerberos, realmente é melhor ir, Selene deve esta esperando a resposta sobre como chegou lá e aqui não é? - falou ele de forma seria.

    Assim que eles se despediram, Kerberos abriu novamente as asas e mais uma vez uma forma luz dourada surgiu, e ele mais uma vez sabia onde deveria ir. Galux voltou para sua obrigações, tinha coisas a fazer.

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#48 Membro offline   Luiza M. Vogel

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Postou 14 novembro 2009 - 06:58

    Logo depois de se despedir de Lancelot foi fazer seus deveres pelo shopping. Já deveriam ser seis horas da tarde e ela termina seus afazeres. Volta para seu escritório onde fica por mais alguns poucos minutos. Seis e meia, ela sai do shopping, já estava começando a escurecer, e desde que se reencontrara com Lancelot seus pensamentos estavam confusos. E no meio de tanta gente, não teria como ela pensar, um lugar lhe veio a cabeça, Florest Angento Di Luna. O local poderia ser perigoso para os desprevinidos.

    Chegando ao local, a primeira visão que tem são as altas árvores e alguns pássaros repousados em suas copas. Sentando-se próximo a uma das árvores ela repousa por alguns instantes antes de tomar coragem e partir para dentro da floresta. Não deveriam ter muitos pensamentos na cabeça de Luiza, pois estava entrando em uma floresta completamente perigosa e cheia de animais famintos.

    Lembrou-se que na floresta tinha uma linda cachoeira, onde poucos animais ficavam perto. Deveria ser um bom lugar para ficar, então começou a andar procurando o local um pouco perdida, sempre olhando para os lados e sempre atenta com a varinha preparada para ser pega e usada se nesessário. Chegando perto da cachoeira, começou um local cheio de folhas secas que cobriam todo o chão, deveriam fazer até camadas.

    Pouco tempo naquele lugar e o medo já tomava conta de todo seu corpo, todo e qualquer, mesmo que mínino barulho a congelava. Um sentimento ruim passava pelo seu corpo e derrepente ela escuta passos, pulos ou barulhos que não paravam e pareciam chegar cada vez mais perto dela. Em pânico, a única coisa que passa em sua cabeça é correr. Não importava o que era, mas ela não pretendia ficar lá por muito tempo.

Este post foi editado por Luiza M. Vogel: 14 novembro 2009 - 07:13

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#49 Membro offline   Itália

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Postou 14 novembro 2009 - 07:29

Não era pouca coisa o que tinha à frente da empresária. Eram animais criados pelo antigo professor de Trato das Criaturas Mágicas de Hogwarts, Hagrid, um explosivim. Estas criaturas nascem de ovos, são uma cruza de manticora com caranguejo-de-fogo e parecem lagostas sem casca, deformadas, terrivelmente pálidas e de aspecto pegajoso. Suas pernas saem dos lugares mais estranhos e não possuem cabeça visível. Inicialmente possuem cerca de 15 centímetros de comprimento, mas com o passar do tempo podem chegar a passar de um metro. Despertam também um cheiro de peixe podre e de vez em quando disparam faíscas de suas caldas.

O fato é não são animais amigáveis. Com o crescimento os mesmos passam a comer uns aos outros. São temidos pelo mau gênio e pelas faíscas que saem de suas caudas. Locomovem-se com leves “puns”, que os lançam centímetros à frente. E era esse exatamente o barulho que a mulher ouviu. Tinha razão em temer.

Começou a andar, ou pular na direção de Luiza. A intenção era obviamente atingi-la ou pelo menos queimá-la com sua cauda. Começando a soltar faíscas foi na direção de Luiza com a firme intenção em garantir seu jantar.
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#50 Membro offline   Luiza M. Vogel

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Postou 14 novembro 2009 - 07:34

    Derrepente ela sente algo pulando em suas costas, algo tão forte que a fez cair no chão, que a fez sentir uma dor tão profunda, que a fez preferir ser furada com uma espada afiada a ter que estar naquele local sentindo aquela dor. O que a atacara era forte, e a deu medo. No momento de pânico ela começa a gritar. Quem estaria alí naquele horário?! Concerteza estaria sozinha lá. - SOCORRO! SOCORRO!- Ela não parava de gritar e de pedir socorro.

    Girando pela folhagem ela se livra do animal que a atacara e pega sua varinha. Não adiantou nada, o animal pulou em cima dela e começou a ferir, rasgando um braço.Entãu um grito agudo e solitárioecoapela floresta. Ela se levanta em um pulo e corre até sua varinha que caira longe dela, quase pegando é derrubada novamente pelo animal. Conceguindo pegar a varinha ela chuta o animal e em um momento de distração ela levanta e grita -ALARTE ASCENDARE!

    Mas, o animal é mais rápido e desvia-se do ataque.- BOMBARDA!- No mesmo momento em que o animal se desvia ela manda outro feitiço, fazendo a segunda explosão de luz naquele lugar sombrio. Alguns passaros voaram no local fazendo algum barulho, fora isso ela não escutava nenhum barulho a não ser o do próprio animal. Desta vez ela havia acertado. O animal havia ido longe, ela estava completamente machucada, sentia seu corpo todo doer, não sabia mais o que fazer. Um ultimo feitiço ela lança antes do animal pular mais uma vez em cima dela e faze-la cair, sem forças para levantar, ergue um dos braços para o céu e grita.-EXPELLIARMUS!- Uma linha branca, comprida e forte atravessa os céus. Era sua única salvasão, se alguém estivesse alí veria e poderia a ajudar.

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#51 Membro offline   Lancelot Lamond

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Postou 14 novembro 2009 - 08:40

Subitamente Lancelot apareceu na floresta, ele respirou profundamente e o ar puro da floresta mágica que cercava a vila clareou um pouco a sua mente. Ele olhou em volta. A floresta estava muito quieta, mas se podia sentir o ambiente mágico que a cercava, ele olhou o pequeno papel que estava no bolso.

Seus olhos percorreram atentamente as indicações de livros de alquimia, feitiças e defesas contra as artes das trevas, ele tinha muita curiosidade ainda sobre certas coisas e os livros tirariam algumas duvidas que tenha. Lancelot se fascinara pela idéia da pedra filosofal, ele não a cobiçava mais ficou em interessado em saber mais sobre ela.

Um barulho de explosão despertou sua curiosidade, ele olhou para o céu quase encoberto pelas arvores e viu vários pássaros fugindo, ele se transformando em uma enorme ave de cauda longa e marrom voou na direção opostas a eles, procurando o local da explosão.
Viu ao longe uma mulher ao chão, provavelmente machucada e um explosivim a atacando, ele se de transformou ainda no ar e caiu com um movimento ágil no chão, a tempo de ver um feitiço lançado por ela rasgando o céu e o bicho pulando sobre ela.

- Everte Statum O explosivim voou por entre as arvores e sumiu de vista, ele sabia que podia voltar por isso se voltou para a mulher no chão. -Você esta bem? Pode se levantar? Ele foi se aproximando dela, e para sua surpresa já conhecia aquela mulher, assim como também a tinha deixado só a pouco tempo. -Luiza, o que esta fazendo aqui sozinha?

Este post foi editado por Lancelot Lamond: 14 novembro 2009 - 08:43

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#52 Membro offline   Luiza M. Vogel

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Postou 14 novembro 2009 - 09:31

    Derrepente um passaro grande voa nos céus em cima dela e do animal que a atacava. Caindo se transforma em humano. Não tinha forças para falar e nem para levantar, o homem espantou o animal. Deu um alívio em seu coração, embora não reconheçesse ele, ele dissera seu nome. Mas, logo quando viu o rosto dele refletido pela luz do luar, percebeu ser Lancelot.

    Sem forças para falar ela concegue apenas dar um sorriso. Seu rosto arranhado, seu braço sangrando, seu corpo completamente machucado. Todas suas forças haviam acabado. E ela só queria sair dalí. Mas como falar?! Juntando todas suas forças, ela diz fraco e quase sem voz.-Vamos embora.- Olhou diretamente nos olhos do homem. Ele a pegou nos braços¹ e levantou, e ela segurou sua varinha e aparatou ela e o homem para a porta de seu apartamento.


¹powerplayer autorizado.

.Logo Depois.

Este post foi editado por Luiza M. Vogel: 14 novembro 2009 - 09:56

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#53 Membro offline   Stefania Costa

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Postou 09 janeiro 2010 - 04:35

Não que sentisse muito frio aquela manhã, mas o inverno zumbia em seu ouvido de forma que era impossivel ignora-lo. Colocou o casaco por cima de tudo, mesmo tendo a leve certeza de que iria tira-lo depois.

Anda pela floresta poderia ser extremamente divertido, não se lembrava exatamente desde quando não saia apenas por sair: saia para fazer pesquisas, para escrever em lugares calmos, para procurar novas plantinhas, mas sair apenas por sair não.

As árvores que iam para cima de sua cabeça pareciam ser extremamente resistentes ao inverno, balançavam suas folhas de um lado para o outro de forma solta e despreocupada com qualquer outra coisa que pudesse acontecer.
E neste pequeno tempo que tirou para si mesma a única coisa que conseguiu fazer foi deitar no meio das árvores, e observa-las e acabar dormindo, mesmo sem querer.


Este post foi editado por Stefania Costa: 11 janeiro 2010 - 12:03

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#54 Membro offline   Luiza M. Vogel

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Postou 18 setembro 2010 - 09:06

Depois de tanto sofrimento que eu havia sentido naquela floresta, eu estava de volta.

Um dia antes...


Depois do agradável almoço, que tive com Theo e Chloe, fui para meu escritório terminar o meu dia tumultuado de trabalho. Cheguei em casa no horário normal, o céu já estava escuro e as luzes das casas alheias começavam a se acender, mostrando agora que a noite acabara de começar.Coloquei minha pasta da mesa e fui até meu quarto, estranhando a quietude que estava meu apartamento. Observei minha cadela adormecida em minha cama, com um pequeno ferimento na sua pata esquerda, o que me preocupou na hora, cheguei perto da cama, me ajoelhei e começei a acariciar a cabeça dela para acorda-la delicada mente.

Ela levantou-se com uma expressão de sofrimento que me apertou o coração, sentei na cama e tentei levantá-la, mas ela era muito grande para mim conseguir fazer isso com facilidade. Tentei no mínimo três vezes, mas nada. Liguei para um veterinário que disse que logo chegaria em minha casa. Passado cinco minutos ele chegou para diagnostica-la, após alguns isames simples ele disse que ela havia sido envenenada.

Aquela cadela era minha vida, isso não poderia estar acontecendo com ela. Quem seria tão cruel a ponto de fazer isso com ela? O veterinário indicou alguns remédios e me disse que o machucado teria sido feito pela minha própria cadela o que muito me surpreendeu, como ela poderia ter feito isso com ela própria? Não fazia sentido. Saí junto com o veterinário, porém fui comprar os remédios que ele havia me passado. Quando cheguei, demorou um pouco para ela aceitar os remédios, mas quando eles começaram a fazer efeito ela conseguiu levantar.

Quando ela saiu do local onde estava, encontrei um bilhete que muito me chocou. Nele dizia: "Se não aparecer na floresta Argento Di Luna amanhã às 07:00 horas, sua querida amiga não terá escapatória. Descobrirá o que eu quero de você quando chegar lá. E boa sorte com a cachorra, ela é insistente sorte dela eu ter me apressado, senão você já estaria cavando um túmulo."

Mal consegui dormir aquela noite, não sabia se poderia contar para alguém, não sabia se era verdade, porém...Anna não havia chegado em casa, poderia ser verdade e se eu não fosse ela poderia morrer... Mas, o que poderiam querer de mim?

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Naquele dia...
"Sempre quando achamos que nossa vida será boa, algum acontecimento nos desilude"

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