Strawberry World: [Inglaterra] Londres - Strawberry World

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[Inglaterra] Londres

#1 Membro offline   Strawberry

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Postou 27 abril 2007 - 02:16

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#2 Membro offline   Henry McColmcille

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Postou 08 novembro 2007 - 07:36

[Antes]

Eles se aproximaram da terra e podia-se ver um pequeno vilarejo ao longe. Henry diminuiu sua velocidade lentamente até parar sendo seguido de perto por Mary e John.
- Agora pegaremos um trem que já está para sair até a periferia da cidade de Londres que não se encontra muito distante daqui. Nós esperaremos o trem dar a ultima chamada e depois embarcaremos e sejam o mais discretos possíveis pois o que não queremos é ser alvo da curiosidade dos trouxas...
Henry poderia muito bem ter providenciado roupas trouxas para todos, mas se fizessem toda a viagem com ela, sabia ele que não seria nem um pouco confortável e como já tinha planejado tudo, ninguém nem notaria a presença dele...
Eles se aproximaram mais do vilarejo dando a volta para ficarem perto da área de embarque que era na saída da cidade. Assim que o trem deu o ultimo apito, não tinha praticamente ninguém do lado de fora do trem, apenas uma mulher com um menino de aproximadamente 6 anos.
- Vamos... – eles deram a volta por trás da estação e normalmente seguiram em direção ao trem. Henry reparou o olhar de desaprovação da mulher e ainda mais na cara de “que legal” do garoto. Ele embarcaram na cabine que lhes estava reservada e rapidamente um homem veio pegar as passagens com um olhar torto para eles...
Toda a viagem ocorreu tranqüilamente, a não ser uma mulher que abriu sem avisar a porta da cabine fazendo com que Mary a estuporasse, sendo que depois tiveram de lhe aplicar um feitiço para apagar a memória.
Depois de algumas horas de viagem, Henry já estava mais tranqüilo porque tudo corria certo, mas temia o que poderia acontecer com Robert. Eles chegaram a periferia da cidade de londres e o trem fez sua primeira parada, onde praticamente ninguém descia ou subia, foi lá que Henry desembarcou.
Eles andaram normalmente até um beco perto da linha de trem e lá levantaram vôo novamente o mais rápido que pode.
Ganharam uma grande altitude mas não voaram muito porque um pouco mais a frente, em um prédio de luxo viram um alto prédio residencial de luxo.
- É ali... – Disse Henry...
Eles pousaram no alto do prédio onde um homem com pijamas já o esperava:
- É um prazer te ter aqui e te ajudar Henry... – disse o homem eufórico – não tem ninguém mais na minha cobertura, e desde que você veio preparar a lareira ninguém mais a usou, pode ter certeza...
Henry estava muito feliz porque a sua viagem já tinha chegado praticamente ao fim e tudo dera certo.
- Olá George... – disse Henry – Eu te agradeço muito por ceder sua casa para meu uso e muito obrigado por seguir as recomendações que lhe deixei...
Eles desceram as escadas e entram em um apartamento de luxo, onde depois da sala em que chegaram se dirigiram a uma com uma grande lareira.
Na verdade agora a missão deles tinham chegado ao vim, pois Henry havia, dias antes preparado a lareira da casa de seu amigo para fazer uma ligação direta com Avalon, sendo que só a poderia usar mais esta vez, mas o George não fez restrição quanto a isso, disse que mandaria construir outras.
- Agora senhores suas missões comigo chegaram ao fim... – os dois se assustaram – a partir daqui sigo sozinho e não se preocupem pois estarei bem... Deixo vocês aqui tomando um chá com meu grande amigo George e me despeço pois não posso demorar...
Ele sabia que os dois deveriam estar totalmente confusos, se perguntando porque Henry não usou o rede de Flú diretamente da ilha, mas isso não seria possível pois por medida de segurança não poderia sair do livro da terra sagrada através da rede de Flú, seria perigoso depois podendo acontecer reações diversas, e ele fora para Londres, pois não poderia usar qualquer lareira, deveria ser de alguém de total confiança e toda esta ele depositara em George.
- Devo ir... – Henry abraçou o livro, pegou um pouco de pó de Flú especial que trazia junto de si e jogou na lareira. Um fogo roxo subiu e se despedindo dos outros ele adentrou neste em olhar para trás...

[Agora caro leitor, acontece o inesperado para os céticos e o aceitável para os racionais. Aqui corpo e alma se separam, abstrato e concreto, imaginação e realidade]


[A essência continua aqui]
[Enquanto isso]

Este post foi editado por Henry McColmcille: 21 abril 2008 - 01:48

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"A Tentativa é mais inteligente que a Sabedoria..."
The Mysteries Of Science
Desvendando os Mistérios da Ciência e da Magia.
"A imaginação criadora parece ser o caminho para a imortalidade."
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#3 Membro offline   Strawberry

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Postou 08 novembro 2007 - 07:38

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#4 Membro offline   Eduardo Maquiavel

  • Eduardo Maquiavel
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Postou 12 novembro 2007 - 06:40

Eduardo estava dentro do trem há muitos dias, na verdade quando mandaram avisar seu irmão que ele não poderia mais permanecer na escola, pois a mesma iria fechar, ele ficou desapontado, pois tinha muitos amigos e também não queria sair da onde passara toda a sua infância. Eduardo tivera que partir mais cedo pela escola, já que a mesma fechara antes do previsto, Eduardo recebera a carta de Guto, quando já estava atravessando a França de trem, ficara muito contente em saber que teria aonde ficar, e o melhor teria alguém para conversar com ele, tinha um garoto da mesma idade que ele, e que se mostrara interessado em conhecê-lo, quando estava em seu terceiro dia dentro de um trem, já na Inglaterra, ele mandou uma mensagem para Guto para que ele fosse pegar ele na estação que ele não sabia o nome. Passando duas horas, a atendente informou que estavam nos limites mágicos da estação, e alguns minutos depois ele pode verificar a estação que estava lotada e tinha diversos trens. Atrapalhado ele desceu, carregando um malão e a gaiola de sua coruja, também carregava um embrulho comprido, que escondia uma vassoura Nimbus 2001, a vassoura era seu maior presente, dado por seu tio Augusto em um dia antes do natal, ele agradecera muito o presente, as vezes achava que era brincadeira, ou que alguém fosse pegar a vassoura de volta. Então ele sentou-se em um banco em frente da plataforma que ele informara para o irmão que o trem pararia, enquanto esperava ele falou em polonês:

-Realmente que lugar imenso...
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#5 Membro offline   Guto Maquiavel

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Postou 12 novembro 2007 - 08:39

Guto sentira aquela sensação já característica, sempre procurava escapar das viagens feitas por chaves de portal, pois sempre ficava mal depois, mas quando chegara ao destino ele conseguira chegar inteiro e sem amassara sua roupa, ou sujá-la. Então sorrindo ele viu o sobrinho que estava todo amarrotado, fazendo o lembrar muito da sua primeira experiência com uma chave do portal, então ele falou:

-Bela viagem não acha?

Guto então apontou a varinha para a chave do portal, fazendo a mesma sumir, depois apontou para a roupa de Jeremy que retornara ao seu estado normal. Levando o menino em direção ao lugar combinara com Eduardo, pouco tempo depois ele conseguiu já visualizar seu irmão sentado no assento exatamente no lugar combinado, então ele falou:

-Hei moleque... Venha até aqui...
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#6 Membro offline   Eduardo Maquiavel

  • Eduardo Maquiavel
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Postou 12 novembro 2007 - 08:57

Eduardo já estava se sentindo deslocado, pois alem de estar sozinho e perdido em um país inteiramente desconhecido para ele, começava a se sentir solitário, então puxou um livro de feitiços que ele achava legal e começara a ler, quando completara meia hora que estava ali ele ouviu a voz do irmão, levantando a cabeça para achar o irmão, quando o localizou logo viu que não estava sozinho, estava com um garoto que acenara para ele, sorrindo ele logo se levantou e deu um abraço no irmão, mas depois de se sentir com vergonha ele soltou o irmão e falou:

-Como você esta mudado... Realmente faz muito tempo mesmo...

Então olhou para o garoto que estava ali, com um aperto de mão e depois com um largo sorriso ele compreendeu que poderia surgir um novo amigo ali, então falou:

-Oi cara... Tudo bem? Acho que já deve saber... Mas em todo o caso me chamo Eduardo... Ou só Dudu se preferir...
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#7 Membro offline   Jeremy Terrier

  • Jeremy Terrier
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Postou 12 novembro 2007 - 09:05

Jeremy ao chegar na estação de trem, ao contrario do tio que chegou elegantemente, chegou de forma horripilante, grotesca e cômica. Para começar chegara todo amarrotado, ao invés de chegar de pé, chegara caído no chão, então tivera que aturar a palhaçada do Tio, respondendo fazendo uma careta:

-Realmente eu tenho certeza que já tive viagens melhores...

Jeremy agradecera ao tio por ele ter limpado sua roupa, quando o mesmo começou a movimentar pela multidão, Jeremy fez um esforço para se manter atrás, já que era empurrado pelos homens e mulheres apressados, quando o tio falou algo para um garoto loiro que estava sentado em um banco. Então entendera que era o Eduardo o garoto então ele sorrira e acenara. Quando ele se aproximara, ele esperava o tio e o garoto se cumprimentarem, já que não deviam se ver a tempos, quando ele se apresentou a Jeremy, ele retribuiu o aperto de mão e falou animadamente:

-Ola, espero que tenha feito uma ótima viagem...Me apresentando também...bom eu me chamo Jeremy...
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#8 Membro offline   Guto Maquiavel

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Postou 12 novembro 2007 - 09:18

Guto que fora buscar o malão de seu irmão, que ainda estava no banco juntamente com um embrulho de vassoura e uma coruja, então Guto retirando a varinha do bolso apontou para os três objetos e fazendo os mesmos desaparecer dali, voltando para próximo dos garotos ele falou:

-Bom Eduardo já despachei a sua bagagem para a mansão...

Guto então sentira em seu bolso um pequeno papel se materializar, puxando ele leu rapidamente:

Quote

“Espero que chegue a tempo a estação,

Bom podem vir para o ministério, já mandei um carro ir buscar vocês pois depois vamos embora juntos o que acha?

Guto”


Guto sorriu e dobrou o bilhete em dois e fitou um pouco puxando a caneta do bolso ele escreveu uma resposta positiva então arrumando o bilhete ele o assoprou, de forma que o bilhete sumira, então o mesmo desaparecera, olhando para os garotos ele falou:

-Bom não iremos agora para a casa, já que ficou bem claro que Augusto pediu para irmos embora junto. Bom Jeremy a culpa é sua pois foi você que quis vir e então chamou a atenção do seu pai...

Guto riu e então encaminhou-se com os meninos para fora da estação, aonde acharam o carro que Augusto mandara para buscá-los, e em pouco tempo eles já estavam em movimento.
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#9 Membro offline   Liamy Portman

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Postou 16 dezembro 2007 - 12:04

Londres,Atualidade.

Uma pequena cafeteria no centro comercial da capital Inglesa estava apinhada de homens engravatados que dividiam mesas, conversando sobre negócios ou sobre a manchete do jornal do dia, a derrota de um grande clube na final de futebol. O som de conversas,das maquinas expressos e o os talheres sendo usados produziam uma cacofonia que parecia não afetar a uma jovem loira que circulava com a colher dentro de seu café.Apesar de sua feição estar seria e ate apreensiva,não escondia o rosto jovem da mulher com traços finos e óculos de armação clara que quase sumia em seu rosto alvo.

Bionda bebia seu café, mas parou no momento em que um homem magro e alto entrou no café, a presença dele era a motivação dela ter saído de seu emprego, como gerente administrativa do museu metropolitano, mais cedo, algo que era raro e só acontecia quando tinha de resolver alguma coisa relacionada ao filho.

-Bom dia senhorita Kingsley,espero não ter a feito esperar –cumprimentou o homem magro e de cabelos quase de completo grisalhos.

-Não,problema algum,fiquei á espera de seu chamado por quase dois meses,presumo que o senhor tenha novidades –retribuindo o cumprimento e indo direto ao ponto.

-Ah sim,de certa forma,a senhorita sabe a dificuldade do pedido,tentamos de todas as formas e o fato da pouca ajuda do seu pai prejudica mas tenho noticias que podem ser úteis a senhorita –explicava o homem que agora pedia,também,um café a garçonete que acabava de chegar próxima a mesa.

-Entendo a dificuldade, sou grata pela sua boa vontade para com a minha causa –agradecia –E quais seriam essas novidades? –já questionando.

-Ah sim, sim... como tinha me pedido,me informei de todo e qualquer projeto a qual seus pais estavam relacionados na época em que trabalhavam para o setor arqueológico do ministério porem como a senhorita já tem conhecimento,nada foi encontrado que a ajude em sua busca – explicava –O ultimo arquivo se da no Peru e não em Somersert como era sua suspeita,a mudança de seus pais a Somerset foi uma surpresa ate pelo fato de não ter registros de parentes ou ate amigos de seus pais La....

-Sim,isso tudo eu já sei –interrompeu com uma conotação de impaciência na voz.

-Ok,ok porem nos apegamos muito aos relatórios e as pessoas envolvidas,acredito que confiamos demais... –dizia aceitando o café da garçonete e dando sinal de agradecimento – Digo que relatórios são impressões formais, poderíamos ter buscado nas fontes, seus pais trabalhavam com um grande grupo, um grupo escolhido por eles, mudava muito a cada expedição o que complicavam na colheita de dados mais precisos, afinal seus pais eram os chefes e não se costuma, pelo menos em aberto, comentar sobre atos dos chefes..ate mesmos ilícitos –terminou e encarando a jovem.

-O que o senhor quer dizer com isso?Meus pais em envolvimento ilícito? –questionou já não com impaciência ou sequer surpresa na voz, mas sim a sede de saber mais.

-Não se ofenda,na buscas de pessoas que trabalhavam com eles,existem grandes diferenças no que foi colocado em formal,no relatório,sobre as expedições e o que realmente acontecia –dizia ele com calma,parecendo procurar palavras que não contrariassem a jovem - Quero dizer,pessoas que não estavam relacionadas ao grupo mas que participaram dos projetos,descobertas que não foram apresentadas mas que foram achadas,uso do dinheiro para projetos que jamais chegaram a se concluir e ate trabalhos para posições opostas ao setor histórico do departamento governamental a qual seus pais faziam parte em cargos de chefia.

-O senhor fala sobre desvio de dinheiro?Empregar e não relatar a seus superiores e ate jogo duplo? –questionou, mas já deixando transparecer certo movimento de quem se ofendia pelo que era dito.

-Parece mais cruel e errado do que realmente é...mas se considerarmos que a ordem dos fatores não altera o produto então pode se der como culpado pelo que a senhorita citou –disse ele com coragem e esperando qualquer reação da garota mas surpreso de observar-la apenas seria,sem qualquer ataque ao que tinha dito,era como se ela já soubesse porem se apressou em explicar sua visão dos fatos – Isso não torna seus pais errôneos,ladrões ou corruptos ate creio que era pelo contrario,seus pais eram arqueólogos,procurar historias,comprovar lendas era a vida deles,faziam isso por paixão porem a paixão nada tem haver com o formal trabalho no governo,quero dizer que eles trabalhavam para poder explorar mais a paixão deles,eram pagos para fazer o que amavam e com o tempo e o talento nato era lógico que seriam alçados a cargos maiores e foi o que aconteceu.

-Em resumo o senhor aprova o que eles faziam? –perguntou ainda seria.

-Sim - esperava surpreende-la, mas novamente ela nada demonstrou - Eles não eram ladrões não buscavam dinheiro apenas sabiam melhor o que fazer com suas descobertas do que entregar a ministério que sabe La deus faria...eles estavam certos em tratar com respeito aquilo que nas mãos de seus chefes seriam aproveitadas de forma errada.

-E o que tudo isso leva a novidades? –perguntou mais vez e tomando seu ultimo gole de café.

-Um homem que trabalhou com seus pais na ultima expedição deles, no Peru - informou.

-Mas o senhor tinha dito que já tinha conversado com todos que participavam - retrucou.

-Sim, pensava, mas como acabava de dizer, o que estava em relatórios, ate mesmo pessoas, não era exatamente o que aconteceu na realidade.. e essa expedição ao Peru,as comunidades Incas...

-Incas?Mas não era uma reforma a prédios feitos por desbravadores que... -dizia, mas parando e vendo o homem a olhar como se dissesse ‘’O que acabamos de conversar,mesmo?’’ – Então quer dizer que os relatórios podem ser fraudes..

-Podem?Creio que especificamente os que travam das reformas de prédios construídos por desbravadores europeus no Peru são em 90% fraudados e por isso que esse senhor... –tirou de seus paletó um envelope e colocou em cima da mesa -...poderá ajudá-la,por eu trabalhar ainda no governo ele dificilmente dirá alguma coisa mas ele era bem próximo a seus pais,não apenas profissionalmente,eram amigos,ele esta afastado de suas obrigações,esta curtindo a aposentadoria acredito que seja uma forma de você descobrir algo e por ele...mas como disse ele e seus pais eram amigos e como a senhorita deve saber todos aqueles próximos a seus pais,amigos por assim dizer,pouco querem ajudar..então... –terminava e se levantando.

-Não se preocupe, não existe qualquer possibilidade de meu nome estar envolvido com o que o senhor procurou por mim, não? –perguntou Bionda se levantando também.

-Sou discreto,senhorita Kingsley,sou discreto –disse o homem que acenou já caminhando em direção a porta.
Bionda segurava o envelope enquanto colocava a Mao no bolso de seu sobretudo,que vibrava,e tirou seu celular que na tela tinha escrito:
‘’Noah’’.

-Alo,filho...-atendeu a jovem enquanto colocava o dinheiro em cima da mesa e também se encaminhava a porta de saída da cafeteria.
You Aways Love me More...Miles Away.
So Far Away...So Far Away...
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#10 Membro offline   Alicia Winchester

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Postou 10 fevereiro 2008 - 08:41

Alicia Winchester
Elisha Winchester [foto]

Elisha havia recebido uma estranha carta de Charlotte Smith. Era um convite extremamente amigável para um encontro em Londres num bar trouxa. Assim que a jovem leu a carta e a passou para Alicia, ambas começaram a rir. Era uma cena estranha de se ver. Logo Charlotte que tanto desprezava os trouxas estava marcando um encontro num lugar cheio de trouxas? Ela só poderia estar ficando maluca, mas depois, ambas acharam que estariam em vantagem pois a bruxa não poderia usar magia, a não se que jogasse um feitiço coletivo para apagar a memória de todos.

Era um pouco mais de quatro horas da tarde quando Elisha, que dirigia o carro estacionou na Trafalgar Square, uma das praças mais conhecidas de Londres. Ao seu lado, no banco do passageiro estava Alicia.

-Chegamos. - anuciou a loira observando da janela do automóvel a grande coluna posta no meio da praça onde estava a estátua de um tal Almirante Nelson. - Não está tão longe do Soho, pelo menos estamos em West End. - disse Elisha abrindo a porta do carro e saindo logo em seguida. Alicia repetiu o gesto da amiga, mas fez cara feia ao encará-la.

-Eu não quero ir a pé até lá! - reclamou.

-Por isso você é tão anti-social, Alicia! - retrucou Elisha batendo a porta do carro. - Uma caminhada não faz mal a ninguém. E olhe, nem tem sol hoje! Esse ano o inverno na Grã-Bretanha está pior do que na França. - Elisha arrumou o cachecol e fez um rodeio no carro de modo a ficar do mesmo lado que Alicia. Enganchou o braço da amiga no seu e caminharam pela praça adentrando dez minutos depois na Regent Street, uma parte do centro de Londres que era famosa por suas lojas. Quinze minutos depois, chegaram ao Soho, uma rua cheia de restaurantes, pubs e cinemas. - Que tal um cineminha antes de encararmos a Madame Smith? - sugeriu Elisha.

-O que é cinema? - perguntou Alicia fazendo uma careta. Raramente Alicia deixava o mundo dos bruxos para se aventurar na realidade trouxa. Ela pouco entendia como os trouxas viviam sem magia. Elisha, pelo contrário, prefaria viver como trouxa do que como bruxa.

-Acho melhor responder sua pergunta depois. - Disse ela revirando os olhos enquanto passavam por um pub de onde saía um delicioso cheiro de café. Elisha fez com que Alicia entrasse e escolheram uma mesa perto da vitrine onde podiam acompanhar o movimento da rua. Elisha pediu dois capuccinos enquanto esperavam a chegada de Charlotte.
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"As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e,
quando não as encontram, as criam."

(George Bernard Shaw)
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#11 Membro offline   Charlotte Smith

  • Charlotte Annebelle Médici Deneuve Andrews Smith
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Postou 17 fevereiro 2008 - 08:05

Charlotte começava a se arrepender de ter mandado Elisha encontrá-la em Londres. A cidade parecia mais cheia que o normal. Havia mais pessoas nas ruas do que a última vez em que Charlotte pisou ali, como iria matá-la com todos aqueles trouxas ao seu redor? Não haveria alternativa. Era melhor esperar uma próxima vez, ou quem sabe poupasse a vida da garota, afinal, ela, Charlotte, não devia nada para Cassidy.

Andando em passos apressados pela calçada (o máximo de pressa que poderia andar com aqueles saltos), evitando encostar em qualquer trouxa daquele lugar, Charlotte Smith entrou no pub onde havia marcado com Elisha para que se encontrassem. Viu a jovem de cabelos loiros sentada perto da vitrine do Pub com uma acompanhande. Uma indesejável acompanhante.

-Minha memória não é falha, que eu me lembre, escrevi naquele pergaminho que queria que você viesse sozinha. - disse ela em tom mal-humorado, despindo o enorme casaco de pele que usava, revelando o elegante vestido vermelho de corte reto que usava. Jogou o casaco no colo de Alicia e sentou-se entre as duas.

<!--coloro:#CD2626--><!--/coloro-->"O lobo talvez mude a pele, mas nunca a alma."<!--colorc--><!--/colorc-->
<!--coloro:#696969--><!--/coloro-->(Erasmo de Rotterdam) <!--colorc--><!--/colorc-->
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#12 Membro offline   Elisha Winchester

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Postou 17 fevereiro 2008 - 08:16

Enquanto aguardavam a chegada da Madame Smith, Alicia e Elisha tomavam o delicioso capuccino daquele pub. Estava exatamente do jeito que Elisha gostava: não muito quente e cheio de espuma.

-Ai não, olha só quem está vindo... A rainha das víboras. - comentou Elisha ao olhar para a porta do Pub se abrindo e a figura de Charlotte Smith aparecer. - Se ela fizer qualquer coisa contra nós, você me segura por que eu não vou conseguir ouvir as calúnias dessa bruxa mal-amada.

Elisha tomou um grande gole de capuccino e olhou para Charlotte que se aproximava de maneira aborrecida.

-Se minha memória não é falha, não convidei a senhora para se sentar conosco.
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#13 Membro offline   Charlotte Smith

  • Charlotte Annebelle Médici Deneuve Andrews Smith
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Postou 17 fevereiro 2008 - 08:25

Elisha não lhe respondeu a sua pergunta. Charlotte ficou cala apenas analisando o Menu do Pub. Como ela detestava aqueles trouxas, soltou o menu. Dali não iria comer nada.

-Minha cara Elisha, sua ignorância cada vez mais me surpreeende, embora eu não fique nenhum pouco surpreendida por saber a péssima educação que sua mãe lhe deu. - disse Charlotte com um breve sorrido estampado no olhar. - Sempre lhe disse para não mandá-la para o internato pois lá não teriam firmeza com você. Se quisesse, Kassandra poderia ter cuidado pessoalmente de sua educação, mas como foi a filha indesejada...

<!--coloro:#CD2626--><!--/coloro-->"O lobo talvez mude a pele, mas nunca a alma."<!--colorc--><!--/colorc-->
<!--coloro:#696969--><!--/coloro-->(Erasmo de Rotterdam) <!--colorc--><!--/colorc-->
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#14 Membro offline   Alicia Winchester

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Postou 17 fevereiro 2008 - 08:32

Alicia recebeu as recomendações de Elisha com uma risada. Ela não se daria o trabalho de segurá-la, estava louca para ver Charlotte ter o que ela realmente merecia. Fez uma careta quando a mulher jogou aquele pesado casaco no seu colo e apenas para revidar o jogou no chão com surpreendentemente força. Por sorte Charlotte não parecia ter visto.

Alicia não queria se meter na conversa das duas, que não parecia nada amigável e que piorou ainda mais quando Charlotte chamou Elisha de ignorante.

-Posso falar uma boa verdade Madame Smith? Por que não pega esse seu casaco e vai para o inferno? Ah não, eu acho que você foi expulsa de lá por isso nos atormenta tanto.

Este post foi editado por Alicia Winchester: 17 fevereiro 2008 - 08:34

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"As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e,
quando não as encontram, as criam."

(George Bernard Shaw)
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#15 Membro offline   Charlotte Smith

  • Charlotte Annebelle Médici Deneuve Andrews Smith
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Postou 17 fevereiro 2008 - 02:34

Charlotte nada fez contra o comentário de Alicia, apenas se levantou, pegou o casaco do chão e não voltou a se sentar. Como ela queria ter ido a um lugar predominentemente bruxo... assim poderia fazer o que bem entendesse delas.

-Sua mentalidade é muito pequena, ALicia. Nem acredito que fazemos parte da mesma família. - comentou Charlotte vestindo o casaco e sorrindo para as duas. - Para terem certeza de que não guardo mágoas, vou pagar as bebidas de vocês. - Charlotte abriu a bolsa e pegou nar sua carteira 15 libras colocando-as sobre a mesa. - Tenham um bom dia. - E dito isso, deixou o pub.

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#16 Membro offline   Angel D'Angelys

  • Angel Manini D'Angelys
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  • Cargo:Ministra da Magia Italiana // Guardiã do Templo de Cronos

Postou 13 dezembro 2008 - 10:12

[Antes]

Depois daquela conversa, eles voltaram para o resort onde passaram a noite, no dia seguinte eles iriam para londres, onde pegariam o Trem para Hogwarts. Assim que eles voltaram, Angel chegou mandou todos dormirem, pois amanha seria o dia deles irem para Hogwarts. Olhando para eles, foram logo dormir. No outro dia, vestiu uma [roupa leve] antes da Saida deles para a estação, na suite tinha dois presentes, pois Selene ja tinha o dela. Para Syaoran foi um animal bem pequeno quase parecido com uma coruja, mas não era. Esse animal sempre o seguia para onde ele fosse dentro do templo. Olhou para o animal e depois para Syaoran.

Esse animal lhe pertence, meu pequeno Guardião, o Templo o sauda para que tenha um companheiro com você, ele lhe trara todas as forças. Um animal quer lhe guiara seu caminho aonde quer que vá. - ai falar isso ela pegou a [gaiola] e entregou para Syaoran. - Cuide dele com todo carinho e lhe de um nome que sera somente para você e um que sera para todos. - falou ela sorrindo para o jovem rapaz que não era mais uma criança.

Já para pandora ela pegara um pequena caixinha que continha um animal meio cinzento e bem diferente do convencional. Olhou para a menina e lhe sorriu.

Minha menina esse pequeno ser lhe guiara e lhe mostrar todos os caminhos da Deusa. Ela é uma serva da Deusa, a quem tanto admira. Não ache que ele é comum, pois ele jamais seria. - falou entregando a [pequena cesta] para a afilhada. - Ela sera sua companheira apartir de agora, jovem Pandora, sacerdotisa do Templo de Cronos. Escolha um nome para ela que somente você dara, e um para que todos saibam.- falou lhe dando um beijo na testa da garota.

Ela olhou para Selene que estava contente, sabia que a menina não iria ficar brava por não receber um animal, pois ja tinha um o inceparavel Kerberus, seu pequeno guardião de todos os anos. Olhou para a filha e lhe sorriu.

Minha filha querida, sabe o quanto lhe amo, e sabe que seu presente ja lhe foi dado, somente eles ainda não tinham recebido seu companheiro animal, o templo queria ter certeza antes de dar a eles um ser que pertecera a um de nossos antepassados. - falou dando um beijo na testa da filha e olhou para eles. - Eles não são como Kerberus ou Dragon, nas seram seus amigos durante toda a sua vida minhas eternas crianças, pois eles seram seus guias apartir de agora. - falou sorrindo para eles e abraçando a todos.

Ela assim os soltou e eles sairam porta a fora, olhando para as crianças ela apenas pode sorrir calmamente. Ela então pegou as malas deles fazendo ficar minusculas quase que imprecetiveis como se fosse alguma coisa de boneca. Colocou na bolsa e chamou as crianças. Olhando para eles, pegaram um carro que os levaria a londres rapidamente, era um carro bruxo então não demoraria muito para chegar lá.

E realmente 10 minutos depois estavam lá em Londres andando pelas ruas da cidade de carro vendo as pessoas nem prestarem a atenção no carro, naquele momento ele parou em frente a Estação. Eles desceram carregando em suas mão apenas os animais. Assim que chegara a plantaforma ela apenas olhou para eles, e um por um passou do outro Lado. Assim que todos atravessaram Angel tirou da bolsa as malas eles levaram para dentro do vagão e elas apontando sua mão fez eles voltarem ao normal.

Bem minhas crianças e hora de irem. Mandarei sempre noticias e espero sempre noticias, Sky Knight sabera onde me achar, e me entregara as mensagem, mas não se esquecem chegaram mais rapido se forem pelo nosso modo de envio, dentro da bolsa de vocês tem varios envelopes e folhas para me escreverem. Quero sempre noticias hem? Boa Viagem e boas aulas. - falou ela sorrindo para os meninos, antes de entrarem para dentro do vagão.
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[Contos D'Angelys] ["Chiaro di Luna"] [Vivere la vita]
Nyo... quero a minha cama..... -.-'', by mim...

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Eu, Angel, Declaro que tenho fetiches por Servos e uma suuuuper quedinha pelo João
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#17 Membro offline   Syaoran Lee Kinomoto

  • Syaoran Lee Kinomoto
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  • Location:Lunare Villagio - Itália
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  • Cargo:Grifinória - 6° Ano / Hogwarts / Guardião

Postou 14 dezembro 2008 - 04:32

Depois de ontem Syaoran achou melhor ficar na dele, não era muito bom para ficar dando palpites em conversas alheias, e com isso ficou na dele durante todo o tempo. Ouvia as palavras da madrinha e sentia um grande aperto no peito, sabia o qual ruim era não ter pais, ele já não tinha o dele a muito tempo. Ele então resolvera que deveria ficar quieto e deixar tudo acontecer. Assim na noite depois de tudo aconteceu no dia seguinte ele apenas levantou vestiu uma [roupa] qualquer que tinha e então foi ao quarto das meninas e viu que ambas estavam prontas, ele sorriu ao ver as roupas das meninas, então ele apenas sorriu. Foi para sala e lá escutara tudo o que sua madrinha dizia.

"Estava desconfiando o por que ele sempre me seguia para onde que que eu fosse dentro do templo." - pensara ele sorrindo internamente. - Venha Sky Knight, o Cavaleiro dos Céus, mas seu real nome ficara guardado dentro de mim eternamente. - falou ele levantando o braço e o pequeno falcão pousara em seu braço que estava protegido pela jaqueta que usava. - Agradeço ao templo por esse presente. - falou ele olhando nos olhos vermelhos do falcão e lhe acariciando a cabeça. - Para mostrar que é meu amigo. - Syaoran pegou no bolso uma pequena gravata, uma especie de laço, e passou cuidadosamente pelo pescoço dele, deixando então ele com uma especie de coleira bem bonita. - Pronto agora ninguem vai lhe ferir. - falou ele calmamente.

Assim que isso terminara, eles saíram meio que rapidamente do Resort e foram direto para a estação de carro bruxo por causa de um pedido de Angel, que era a Ministra da Magia Italiana e tinha certo acessos a esse tipo de coisa. Assim que chegaram na estação Ele carregava apenas a gaiola tampada de Knight, pois não era um coruja e sim um falcão, o mesmo estava tranqüilo dormindo na gaiola, depois em Hogwarts soltaria ele. Ele estava calmo, no dia que foi a Hogsmeade foi por outro meio, mas dessa vez iria sentir como era atravessar aquela barreira. Ele respirou fundo correu em direção a parede e passou por ela, um calafrio correu por seu corpo, ele abriu o olho, do outro lado uma locomotiva vermelha e soltando fumaça. Ele arredou para o lado e deu passagem para sua madrinha e primas passarem.

Já do outro lado ele apenas acompanhou a mulher ate um vagão vazio onde os três iriam ficar, depois que a madrinha colocou as bolsas no lugar, viu ela mover a mão e as malas voltarem ao normal, ele sonhava em um dia fazer isso, mas sabia que jamais teria esse poder. Olhou para as meninas e ouvia a despedida da madrinha.

Ei dinda, não somos mais crianças. - falou ele rapidamente. - Sim sempre mandaremos noticias nem que seja somente para fazer Knight aproveitar um pouco o tempo e esticar as asas. Mas sempre mandaremos por nosso meio de envio sim. - falou ele olhando para a mulher. - Até o Natal Dinda. - sabia que eles iriam passar o natal em casa. - assim que ele sentou, ele ficou quieto o apito do trem tocava novamente.
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#18 Membro offline   Selene Luna

  • Selene 'Luna' D'Angelys McWolf
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  • 60
  • Cargo:Grifinória 5° Ano / Hogwarts / Guardiã

Postou 17 dezembro 2008 - 12:00

Na noite anterior ela nada disse apenas olhou para as pessoas a sua volta e ficou na sua. A conversa entre sua mãe e Pandora não estava uma das melhores, não poderia falar nada, pois sabia que Pandora não estava completamente errada, mas também não estava completamente certa do que falava. Ela sabia que tinha que ficar quieta, pois a mesma não tinha um pai lá muito legal, ele poderia ter cido antes de dela ter feito 7 anos, mas depois disso, não o acha mais legal como desejava que fosse. Selene parou de pensar nisso, deixara de lado.

No dia seguinte assim que acordara, tomara um longo banho e colocara uma [roupinha] bem linda. Saira do quarto e vira uma grande urpresa na sala. Na hora sua mãe falara sobre os animais e lhe pedia desculpas por não lhe dar um animal e falara sobre Kerberus, Selene apenas sorriu ao ouvir as palavra de Syaoran e falara logo em seguida.

Não se preocupe não estou com raiva, e nem devo ficar, amo demais meus amigos para ter raiva deles por causa disso. Já tenho Kerberus o meu guadrião e sei que eles cuidaram bem um do outro. - falou acariciando Kerberus nos braços. - O nome que da para ele dever ficar bem dentro de você, não é Kero-chan? - falou para o animal que apenas sorriu.

Assim que isso terminara eles sairam para ir para a Estação King's Cross onde pegariam o Trem para hogwarts, eles saíram meio que rapidamente do Resort e foram direto para a estação de carro bruxo a pedido da mãe, que era a Ministra da Magia Italiana e tinha certo acessos a esse tipo de coisa. Assim que chegaram na estação, ela apenas carregava kerberus em seus braços, como se fosse um ursinho de pelucia. Quando chegaram a plantaforma ela sorriu respirou fundo correu em direção a parede e passando por ela, um calafrio gostoso correu por seu corpo, abrindo assim os olhos, do outro lado ja estava Syaoran e a locomotiva vermelha soltando fumaça. Ele arredou para o lado para dar passagem para sua mãe e pandora.

No outro lado ela correra para uma das cabines para escolher onde ficariamm, logo depois vira a mãe colocou as bolsas no lugar, observou ela mover a mão e as malas voltarem ao normal, ele sonhava em um dia fazer isso, conhecia os poderes de sua familia e de sua linhagem magica. Olhou para todos e sorriu, ouvindo finalmente a despedida da mãe.

Pode deixar mãe eu cuido deles. - falou brincando. - Ei não esquece de sempre mandar doces tá? - falou ela sorrindo. - Beijos mãe, vou sempre mandar cartas e no natal estamos de volta em casa. - falou acenando gostosamente para ela. Na mesma hora ouvira o apito do Trem, ele estava começando a partir.
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#19 Membro offline   Pandora Aligrethi

  • Pandora ALigrethi
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  • 82
  • Cargo:Grifinória 6° Ano / Hogwarts

Postou 17 dezembro 2008 - 08:20

Pandora havia passado aquela noite enclaro, entre as lágrimas quentes que escorriam o rosto escondido sob as cobertas, não queria voltar para casa, não queria ver a mãe, queria sumir esquecer seu sobrenome, mas nada disso lhe era permitido, ela teria que ficar, estar ali, e voltar a casa onde crescera, e que agora abrigaroia o pentelho bebe que a mãe tivera.

Ao acordar escolheu uma [roupa pouco comum] e foi ao encontro dos demais, as olheiras denunciavam a noite mal dormida e o silêncio que a mágoa não tinha passado, seque o bom dia foi dado, ela apenas parecia um fantasma, encostada à parede enquantoe sperava a hora. Porém Angel lhe deu um presente, uma gata ela pegou o bicho no colo, e se sentiu reconfortada com a pequena em seus braços, chamaria-se Persefone, pelo menos esse seria o nome dado e que todos conheceriam, o outro seria sigilo
Ela tirou Persefone da cesta e ficou acarinhando o animal, evitava o olhar da Madrinha.

Assim que chegou a hora pegou suas coisas, e a gata e seguiu ainda silenciosa, com a abeça longe ....imersa na sua raiva
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#20 Membro offline   Angel D'Angelys

  • Angel Manini D'Angelys
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  • Gender:Female
  • Location:Lunare Villagio - Itália
  • 2
  • Cargo:Ministra da Magia Italiana // Guardiã do Templo de Cronos

Postou 17 dezembro 2008 - 11:55

O apito tocara novamente, a partida do trem ja estava para acontecer. Angel saiba que não seria facil para pandora depois do dia anterior, mas não poderiam fazer nada, apenas esperar que a menina comecesse a crescer aos poucos. Então com um abraço se despedira de todos, eles já estavam no trem para Hogwarts, ela deu um adeus da plantaforma ate que o trem desaparecesse de vista ela não saiu do local. Naquela dia tinha que se encontrar com uma menina, então ela ficou esperando a jovem sentada em um dos bancos, aos poucos o local ia se esvaziando e ela ficara ali pensando em algumas coisas como lhe fazia lembrar de seu passado. Logo viu uma moçinha bem elegante se aproximando dela. Angel se levantara.

Então deve ser a menina que mandaram para ser minha secretária. - falou ela calmamente. - E uma pena que a Clarisse tivesse ficado com aquela doença e logo depois ter pegado uma gripe forte não sobrevivendo. Não pude ir ao enterro dela, mas sei que foi simples. - falou com a voz baixa essa ultima frase. - Qual é seu nome querida? - perguntou para a jovem.
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[Contos D'Angelys] ["Chiaro di Luna"] [Vivere la vita]
Nyo... quero a minha cama..... -.-'', by mim...

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Eu, Angel, Declaro que tenho fetiches por Servos e uma suuuuper quedinha pelo João
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